Good girls go to heaven, bad girls go everywhere!!

Olho para a minha imagem reflectida no espelho e vejo uma cara que de repente se expressa, reflecte sobre si mesma, pensa na sua vida; é como se estivesse a falar com “alguém”, a desabafar com “alguém”, mas um “alguém” confiável, alguém que ouve, cala e não interrompe, ouve, ouve & ouve, apenas me ouve, um “alguém” que brilha e que reflecte sobre mim a minha imagem mais uma vez tal como nas águas de um lago, imagem essa que me obriga e me leva a me ver, a me olhar, a me analisar, sobre o certo e errado, o bonito e feio, sobre as mudanças e continuações, sobre atitudes, gestos, palavras pensadas e ditas, sobre o tudo e o nada, sobre mim, sobre a vida, sobre o próprio sobre ; a beleza é um aparte, a minha beleza sei que sou eu que a faço e transmito através de mim mesma, apenas para o exterior.
A beleza exterior está ligada com a interior, tudo na vida está interligado, é um facto.
É determinante a forma como me analiso, como posso ver como tudo mudou.

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