Eu não insulto as pessoas, descrevo-as (...)
Acerca de mim
O que sinto é tudo e quase nada. Num momento sinto que me pertences e numa questão de segundos é como se deixasses de fazer parte de mim. Eu quero saber no que isto vai dar. Quero viver contigo como se o amanhã não existisse. Nada na vida é para sempre, e mesmo que assim fosse, contigo, até o para sempre parece pouco tempo.
Quero viver à base do impulso, não quero promessas, promessas criam expectativas e com elas vêem as desilusões. Pior que algum dia te perder seria perder-te e sentir que me desiludiste. Não és perfeito, eu também não. Muitas coisas falsas se falam acerca de nós dois, mas sabes, no fundo isso é bom. Crescermos acompanhados por este tipo de coisas torna-nos mais fortes.
És perigoso, consigo sentir-me irritada contigo, tu falas comigo e quando a conversa acaba eu estou com um sorriso parvo no rosto. Dás-me a volta com demasiada facilidade, mais do que eu queria. A verdade é que por muito que me custe admitir eu gosto de ti, e não gosto disso, não gosto de sentir que de alguma forma fazes o que queres de mim.
Mas sabes, eu quero saber o que há para além do perigo. E tu, mostras-me?
De norte a sul, desde a boca às entranhas atravessaram-se as memórias. Sou
teimosa. Adoro tocar na minha própria ferida para sentir dor e gritar de
pulmões cheios que estou viva. Tão viva que vou conseguir chegar ao pé de ti e
sugar-te um beijo e preferir nunca ter conhecido essa tua encantadora boca.
Dizes que sou tudo mas na verdade não sou nada. Dás-me o mundo e tiras
segundos depois. Provocas-me o maior dos sorrisos e logo de seguida consegues
transforma-lo em lágrimas. Há-de chegar o dia em que os pequenos momentos em
que me fazes feliz não chegam para compensar todos os momentos que se seguem.
O que és na verdade? O melhor de mim, ou simplesmente o pior?
O que és na verdade? O melhor de mim, ou simplesmente o pior?
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